
Então, prometi a pequena reflexão e estou aqui hoje...
Simplesmente, um dia desses eu estava com uma louca vontade de montar um quebra-cabeças e quando eu estava montando, veio a tona pensamentos e reflexões...
Uma delas é que, a vida passa tão rápido mas tão rápido que não vemos o que passou e o que mudou. Em um momento éramos crianças que adorava qualquer surpresa, qualquer gesto amoro, então crescemos, nos tornamos cada vez mais exigentes... E o que ganhamos com tudo isso? Nada. Quando dizem que temos um lado criança, realmente temos, e muitos têm vergonha desse lado. E simplesmente ignoram seus desejos infantis, mas, sabem que as vezes realizar um deles faz a gente nos sentir hiper feliz?
Como num filme que assisti esses dias, percebi que muitas pessoas vivem para morrer e não vivem para viver... E acontece que para os adultos, tudo é motivo para pensar em morte, e deixam de viver por causa da morte. Tem gente que tem doença e se priva de muitas coisas, e mesmo quando a vontade "infantil" vem a tona, de por exemplo comer um doce, a pessoa não come, porque tem medo de viver. E talvez a pessoa morre no dia seguinte e, deixou de viver por causa de seus medos.
E sabe, não culpo os adultos por pensarem desse jeito, pois desde pequenos, aprendemos que todos os seres vivos "Nascem, crescem, se reproduzem e morrem", mas será mesmo que tem que ser assim? ÓBVIO QUE NÃO! Poxa, se fosse por isso, a gente nasceria, fazeria essas coisas e depois ficava esperando a morte bater em nossas portas... Olha que legal!
Temos que pensar em realizações, e não em decepções. Não devemos achar e sim pensar. Não queremos morrer e sim viver. Não somos um robô que o sistema programa do jeito que eles querem.
E, se ao menos passarmos mais tempo com os nossos amigos do que o tempo que passamos por exemplo enfurnados dentro de casa no computador o dia inteiro, saberemos o valor da vida, o que a vida tem o de melhor para nos oferecer.
E assim, cada peça do nosso quebra-cabeça é montado e chegando ao final, veremos que valeu a pena e a cada peça mal colocada, veremos o quanto erramos e que devemos deixar o orgulho para trás e melhorar o que temos dentro de nós... Assim, ao colocar a última peça do nosso quebra-cabeça, chegamos ao final... Ao final da vida.
